Lowerground Showreel by J. Perre

Wednesday, May 20th, 2009

Lowerground Showreel from J. Perre on Vimeo.




O poder de um X-Men

Wednesday, May 13th, 2009

Faz tempo que fui ao cinema assistir X-Men, e como boa leiga amei o filme do início ao fim. Não sei se já mencionei, mas eu sou o tipo de pessoa que sai do cinema “pensando-sentindo-e/ou-se-achando” com algo que viu, no caso do X-Men não foi muito diferente. A coisa não se deu logo em seguida, e sim, hoje, um dia pacato como qualquer outro. Deixe-me explicar…

Se eu tivesse um poder X-Men, fatalmente estaria na leva da mulherzinha do Wolverine, por que meu poder mutante seria o da persuasão. Até hoje tenho dúvidas se fiz boa coisa em desmarcar o quadradinho do marketing e marcar o do design gráfico na hora da escolha da profissão, por que eu como marketeira acho que teria bastante futuro. Posso convencer uma pessoa a comprar papel na fila do trem mesmo q ela não precise. Na escola, meus amigos mesmo diziam que, me ouviam, sabiam que eu estava errada, mas mesmo assim faziam o que eu pedia. Louco né? Não tanto, quando a persuasão não dava certo eu vencia pelo cansaço. Mas enfim, não sou tão mala assim, eu acho, então parei de usar meu dom de forma despreparada e randômica.

Mas a questão que me visitou a mente hoje foi: “E se você pudesse escolher o seu poder X-Men, qual seria?”

Eu não escolheria poderes absurdos para salvar o planeta, por que, convenhamos, NÃO TEM COMO. Você trabalha que nem um filho da put@, não tem vida social, e no final das contas além de se estressar, não consegue salvar ninguém. (”Ah mas isso não é verdade por que o superzinho ali salvou a moça…” CALADA mente insana! Ele só salva a mesma mulher em todos os filmes, por que a criatura é tão burra, mas tão burra que com certeza te deixa nervosa o filme inteirinho). Também não escolheria um poder absurdamente grande por que ia ser um saco ter que ficar entrando em batalhazinha com cientistas que querem abrir e torrar meu cerébro, isso não é vida, todos concordam. O meu poder X-Men seria algo muito mais útil, acabaria com todos (ou a maioria) dos problemas do cotidiano, te deixaria viver tranquilo, sem stress, feliz, e ainda te garantiria o bom humor nosso de cada dia nos dai hoje. Quer saber qual?

Eu queria ter uma visão especial, pra quando entrar no ônibus, saber exatamente qual criatura iria descer no ponto mais próximo e colar nela que nem uma fita dupla e nunca mais ter que voltar pra casa em pé. Por que é desgastante, minha gente, a pessoa sair do trabalho/curso/afins, entrar numa condução LOTADA, ter que desputar vaga com um monte de “joão-sem-braço” e nem sequer ter o luxo de desfrutar da vista, do tempo de soneca, e do assentinho bacana que nossos onibus têm. Ao contrário disso, somos obrigados e vir em pé, com busão sacudindo, com aquele engraçadinho pedreiro que aproveita o embalo pra te dar um xêro e sendo obrigado a olhar o relógio de 5 em 5 minutos, com a esperança de que os ponteiros corram como Forest e quando você olhe em volta, magicamente tenha chegado. Sim leitores, eu vim numa condução lotada hoje. E ainda teve uma pessoa-bola que quase forjou um ataque ninja pra subir na minha frente e ocupou o último banco disponível do busão. E essa pessoa-bola ainda me olha rindo no final, com cara de deboche enquanto senta. ¬¬

Mas, whatever….
Qual seria seu poder X-Men?




O lance de ser freelancer

Wednesday, April 29th, 2009

Não sei se todos os freelas passam pelo mesmo problema que eu. Mas desde que mundo é mundo, meus pais acham, errôneamente, que eu tenho algum “problema” com o “ir trabalhar”, por isso escolhi ser freelancer. Ledo engano, caros parentes, não é bem assim.

A verdade é única: Pra que você vai trabalhar, 8/9hs por dia, com horário fixo, gastando almoço, passagem E ROUPA, e ganhar um salário “x”, se vc pode perfeitamente trabalhar em casa, num horário estabelecido por você, almoçando em casa e se vestindo como quiser, ganhando 3 ou 4 vezes MAIS do que o “x” de outrora? Não faz sentido! É óbvio que, monetariamente falando, vale muito mais a pena trabalhar por conta própria.

Trabalho freelancer não é coisa de vagabundo, como pensa a maioria. A gente cumpre prazos (como qualquer outro trabalhador), trabalha em cima de contrato. Se deixamos tudo pra última hora e perdemos noites de sono, é problema nosso, desde que consigamos cumprir os prazos, quem arca com o comprometimento da coisa somos nós. Se o resultado final é: clientes e desenvolvedores satisfeitos, ser freela é uma ocupação como outra qualquer, e merece o devido respeito.

O bicho só começa a pegar quando, no meu caso, você começa a sentir falta da socialização, de estar entre pessoas, sair da rotina de casa, ver o lar como um lugar pra tirar o sapato e descansar…enfim, ter uma rotina trabalhistica, como qualquer ser humano não-escravizado pelas facilidades da tecnologia.

É o que está acontecendo comigo agora, quero trabalhar fora. Quero deixar web pra home-office e cumprir horário em alguma coisa voltada a midia-impressa: revistas, jornais, gráficas…Pra isso, resolvi procurar um curso de aperfeiçoamento em produção gráfica, re-organizar meu portfolio e me lançar no mercado novamente. Mas alguém acredita em mim? Não. A única coisa que eu ouço é: “Lá vai ela fazer outro curso!”. Ok, tudo bem, eu não os culpo. Só vou me livrar desses olhares quando definitivamente começar a trabalhar cumprindo horário, como uma pessoa que mereça respeito. Por que freelancer, com certeza não merece…




Respira fundo...

Monday, April 27th, 2009

Enfim, meu momento back to life.
Entre tantas e tantas novidades, eu mais do que esperava por esse momento “respira fundo e relaxa”, várias coisas aconteceram e eu perdi a vontade de voltar aqui e relatar mais um capitulo da minha amada história.

Entre coisas boas e ruins, levei um susto absurdo na sexta, quando me chegaram duas circulares na agendinha do Nicolas praticamente avisando que eu não teria presente especial de dia das mães por que Nic faltou a escola no dia de tirar foto. Só que, o que ninguém relevou era que ele estava doente! Então, tive que ir na secretária, ensaiar uma mini apresentação de “esse-era-o-momento-mais-esperado-da-minha-vida-!” e consegui remarcar para que a fotógrafa tirasse foto dele essa semana agora. E que UFA!, por que eu realmente ia ficar chocada se perdesse o primeiro presente feito pelo pirralho na escola só pro que fui boa mãe e não o levei enquanto estava efermo (é efermo ou enfermo?).

Pra animar, refiz minha lista de metas do ano e escolhi um curso de produção gráfica pra fazer antes de procurar emprego. To pensando em deixar web pra freela e tentar achar uma vaga na parte de editorial, fixo. O problema é que o curso mais confiável é abusivamente caro e desde então não paro de fazer contas pra ver se vai dar ou não pra fazer logo. No mais, comprei 4 livros na Saraiva no sábado, e pelo rastreio do site eles devem estar chegando a qualquer momento. O que significa “Até logo, até mais ver, bon voyage, arrivederci, até mais, adeus, boa viagem, vá em paz, que a porta bata onde o sol não bate, hasta la vista…blá blá blá e etc.”

Enfim, é isso.

Deixa chegarem os livros pra eu poder voltar a brincar de ser designer.

–x–

P.S. Mais-feliz-do-ano.: Chegaram! =D
Juro que tava escrevendo quando tocaram o interfone oO’

Livros: Eu que Fiz, Pensar com tipos, Edição e Design e Design Retro