Trabalho desgastante com entrega prevista para quinta-feira. Casa fugindo de assistentes sociais. Local de trabalho altamente suicida. Cachorro, a cada dia, mais cheio do que um zeppelin. Filho oscilando entre alegria e “manha”. Marido que só verei nos fins de semana. Conta de telefone mais temida do ano. Feriado que deveria significar descanso. Pessoas que deveriam vir com opção “volume”. Fatura de cartão de crédito que poderia extraviar. Internet que me desconecta assim, só por diversão! Grilos que ecoam em minha vida social. Filme mais esperado sendo adiado sem mais nem por quê. Sono sendo interrompido há mais de 2 anos e 5 meses.
Mas eu acredito na serenidade do dia a dia.
E o pulso ainda pulsa.
